gente, o Mário de Andrade escreveu Macunaíma, eu amo esse livro, em apenas 5 dias. É uma covardia isso. nem vou perguntar se um dia conseguirei um feito como esse porque é óbvio que a resposta é negativa. Viva a inteligência do Mário!!!
quinta-feira, janeiro 15, 2004
quarta-feira, janeiro 14, 2004
domingo, janeiro 11, 2004
Eu leio o blog da Dionea e dou várias risadas. Agora vou agradecer algumas coisinhas que aconteceram em minha vida nos últimos anos (4 anos):
- ter entrado na Unesp
- ter conhecido a Nelise, a Pri, a Juliana e a Ariana
- ter morado com duas meninas maravilhosas: a Alessandra, a famosa Shampoo; e a Malu, a famosa Malu
- ter percebido a importância da minha família
- ter morado sozinha
- ter sido feliz
- ter amado e chorado por alguém
- ter dormido pensando em alguém
- ter lutado e aprendido que o único jeito de vencer é lutar
- ter dado várias risadas e elas foram mais numerosas que os choros, e olha que eu chorei muito
- ter continuado amiga dos meus queridos amigos de Sampa
- ter descoberta a vida.
Não exista ordem nisso, tudo foi muito improtante. O único problema de eu ter mudado para Bauru foi que fiquei longe da minha amada irmã, a Caru. Ela é e sempre será minha querida amiga, mas ficamos distante nesses tempos. Só que agora, eu encho ela de dois em dois minutos perguntando: o Luca tá mexendo? e coloco a mão na barrigona dela. Acho que nessas horas ela preferia que eu estivesse longe.
No momento, estou curiosa para ver a carinha de meu sobrinho. Na quinta, fui acompanhar minha irmã ao laboratório. Ela fez um ultrassom e o Luquinha estava lá, mexendo a boquinha e passando as mãozinhas no rostinho. Ele vai ser um lindo menino. E eu uma tia coruja...
- ter entrado na Unesp
- ter conhecido a Nelise, a Pri, a Juliana e a Ariana
- ter morado com duas meninas maravilhosas: a Alessandra, a famosa Shampoo; e a Malu, a famosa Malu
- ter percebido a importância da minha família
- ter morado sozinha
- ter sido feliz
- ter amado e chorado por alguém
- ter dormido pensando em alguém
- ter lutado e aprendido que o único jeito de vencer é lutar
- ter dado várias risadas e elas foram mais numerosas que os choros, e olha que eu chorei muito
- ter continuado amiga dos meus queridos amigos de Sampa
- ter descoberta a vida.
Não exista ordem nisso, tudo foi muito improtante. O único problema de eu ter mudado para Bauru foi que fiquei longe da minha amada irmã, a Caru. Ela é e sempre será minha querida amiga, mas ficamos distante nesses tempos. Só que agora, eu encho ela de dois em dois minutos perguntando: o Luca tá mexendo? e coloco a mão na barrigona dela. Acho que nessas horas ela preferia que eu estivesse longe.
No momento, estou curiosa para ver a carinha de meu sobrinho. Na quinta, fui acompanhar minha irmã ao laboratório. Ela fez um ultrassom e o Luquinha estava lá, mexendo a boquinha e passando as mãozinhas no rostinho. Ele vai ser um lindo menino. E eu uma tia coruja...